por Pedro Hensel

Em 2026, a Páscoa Judaica (Pessach) no Brasil será celebrada do pôr do sol de 1º de abril até o anoitecer de 9 de abril. A celebração dura oito dias, com os jantares cerimoniais (Seder) ocorrendo nas noites de 1º e 2 de abril, relembrando a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito. 

Pêssach-Páscoa Judaica fala há 3400 anos sobre democracia, Estado Constitucional/Monarquia Constitucional, contra Estados absolutistas/Monarquias Absolutistas.

Êxodo dos hebreus do Egito, jornada à uma nova terra.

Terra de Israel na Kabbalah é a instância interna de cada um que busca à Dus.

Egito:lugar estreito.

Movimento para dentro.

Faraó interno:vícios,dependências.

Pêssach-Páscoa vem do hebraico significa passar por cima, refere-se ao anjo da morte que visitou o Egito a meia noite, e passou por cima da casa dos hebreus por causa que as portas e os umbrais estavam pincelados com o sangue do sacrifício do cordeiro pascal.

 Livro Chumash Plaut 1ª Edição em Língua Portuguesa.

Pêssach festa da libertação, democracia, liberdade, contra a escravidão, direitos humanos, contra os Estados absolutistas.

Livro Dimensão Mística da Torá, Rabino Daniel Fisch:

A obstinação do Faraó nos ensina que devemos insistir em nossos princípios.

O exílio judaico no Egito serviu para transformar um agrupamento de pessoas em povo/nação.

Pêssach, a “Páscoa Judaica”, comemora a libertação dos hebreus após mais de dois séculos de cativeiro no Egito:sua miséria e sofrimento, a divina missão confiada a Moisés e seu irmão Aarão, os incansáveis esforços de ambos para conseguirem libertar seu povo da opressão, a obstinada resistência do Faraó, as pragas que Dus lançou sobre os egípcios para que o Faraó permitisse a saída dos hebreus, e finalmente sua partida do Egito.

O Êxodo do Egito tornou-se o ponto central da História Judaica, pois cristalizou a identidade nacional e marcou o nascimento dos judeus como um povo livre.

Existem alguns paralelos significativos entre a Páscoa Judaica e a Páscoa Cristã. Ambos os feriados comemoram a redenção. Pêssach, a Páscoa Judaica celebra a redenção de um povo, enquanto a Páscoa Cristã comemora a redenção e ressureição de um homem. 

Ambos resultam a liberdade: Pêssach- um povo libertando-se do cativeiro. Páscoa- um homem libertando-se do pecado e da morte.

Pedro Augusto Franchini Hensel é bacharel em Direito e estudioso pesquisador.